Crítica: Frankenstein (2025) / Três estrelas e meia por André Marques

Frankenstein (2025): faltou mais Del Toro

Guillermo del Toro é um daqueles realizadores sempre muito necessários, a meu ver, no sentido em que ocupa um espaço muito próprio, numa espécie de subgénero do cinema comercial que tem vida própria e uma visão própria, criando muitas vezes obras que enriquecem os espíritos e trazem narrativas interessantes ao grande ecrã. Mas esta sua […]

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