Crítica: Como Treinares o Teu Dragão / Três estrelas e meia por Vanderlei Tenório

‘Como Treinares o Teu Dragão’: um voo que não esquece a origem

Era inevitável que a DreamWorks revisse Como Treinares o Teu Dragão em live-action. À luz das reinvenções que a Disney já operou sobre Mogli, Alice e outros clássicos, parecia natural que a concorrente quisesse revisitar o seu próprio legado. Entrei na sala de cinema com desconfiança, antecipando uma versão despida de alma, uma mera operação […]

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Crítica: Hamnet / Três estrelas e meia por Jasmim Bettencourt

Hamnet – O Íntimo Dentro da Tragédia

Há figuras na história cuja figura torna-se mais mitológica e institucional do que humana. William Shakespeare é uma delas. Com um espólio de obras com um impacto gigantesco na cultura anglófona e não só, é fácil focar nesta figura, neste mito. No entanto, em Hamnet, somos convidados não só a olhar para o homem por […]

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Crítica: Família de Aluguer / Três estrelas e meia por Arknel Marques

Família de Aluguer: Quando o Afeto é Alugado é Legítimo?

Desde os anos 80, no Japão existe a prática de “alugar” membros de família ou amigos, interpretados por atores, para levar a eventos sociais, programas de família ou para combater a solidão, e essa é a realidade que Família de Aluguer vem apresentar ao Ocidente. Vamos ser sinceros, um filme em que uma personagem é […]

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Crítica: Frankenstein (2025) / Três estrelas e meia por André Marques

Frankenstein (2025): faltou mais Del Toro

Guillermo del Toro é um daqueles realizadores sempre muito necessários, a meu ver, no sentido em que ocupa um espaço muito próprio, numa espécie de subgénero do cinema comercial que tem vida própria e uma visão própria, criando muitas vezes obras que enriquecem os espíritos e trazem narrativas interessantes ao grande ecrã. Mas esta sua […]

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Crítica: Le Rendez-Vous de l’étè / Três estrelas e meia por M. Filipe

Le Rendez-Vous de L’étè – 26ª Festa do Cinema Francês

Paris, agosto de 2024. Os Jogos Olímpicos prosseguem a todo o vapor. Blandine (Blandine Madec), uma rapariga de 31 anos vinda da região da Normandia, chega à cidade para assistir às competições de natação e encontrar-se com a sua meia-irmã Julie (India Hair) com quem perdera o contacto. Blandine, professora de piano com um modo […]

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Crítica: Every Heavy Thing / Três estrelas e meia por Duarte Cardoso

Every Heavy Thing: Terror surrealista entre o absurdo e a nostalgia

Every Heavy Thing, de Mickey Reece, é um thriller que combina comédia e ficção científica, resultando numa experiência analógica de terror surrealista. A narrativa segue um vendedor de anúncios com problemas conjugais que, após uma saída noturna, testemunha um homicídio. O assassino avisa-o de que nunca poderá contar o que presenciou, avisando-o de que é […]

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Crítica: I Live Here Now / Três estrelas e meia por Manuel Seatra

I Live Here Now – Coroar para Vencer

Num universo meta há comentários internos aos controlos de peso hollywoodescos, às pressões sociais e aos medos que assombram o concílio do bem-estar com a carreira; os papéis vazios para “boas” atrizes (seja lá o que isso for) e o cordão umbilical que fica em relações pouco esclarecidas de homens crescidos com as suas mães… […]

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Crítica: A Pianista / Três estrelas e meia por Duarte Cardoso

A Pianista: Luto, tecnologia e perguntas sem resposta

A Pianista mergulha nas profundezas do luto, confrontando-nos com a incapacidade de aceitar a morte numa era onde a tecnologia promete soluções para todos os problemas. Nuno Bernardo constrói um drama psicológico que se alimenta de silêncios e espaços por preencher, transformando a paisagem rural numa extensão do estado mental da protagonista. O filme propõe […]

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Crítica: Together (Juntos) / Três estrelas e meia por Duarte Cardoso

Together: Uma metáfora física para a codependência

A longa de estreia de Michael Shanks no grande ecrã representa mais uma aposta promissora no body horror, um género que nos últimos tempos tem registado um notável renascimento e oferecido ao público surpresas memoráveis. Em Together, o realizador mergulha nos efeitos corrosivos de um relacionamento disfuncional, num terror visceral e densamente carregado de simbolismos. […]

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Crítica: Um Domingo Interminável - 3.5 estrelas - Texto de Gianmaria Secci

Um Domingo Interminável: Os domingos da geração Z italiana

Um Domingo Interminável é a longa-metragem de estreia de Alain Parroni. O filme, produzido por Wim Wenders, fez sessões de antestreia na Festa do Cinema Italiano 2024, onde integrou a secção Competitiva, após ter passado pelo Festival de Veneza onde foi o vencedor do prémio FIPRESCI e do prémio especial do Júri da secção Orizzonti. Os […]

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