Sonhos e Comboios: o diálogo letífero entre o que cresce, o que cai e o que fica
Não sei se foi do entardecer a desbotar-se na vidraça ou da teimosia do vento que se insinuava pelas frinchas como um velho conhecido malcriado, mas comecei a ver “Sonhos e Comboios” com aquela dúvida quase supersticiosa de quem abre um álbum herdado e receia que entre as páginas de cartão gasto repouse mais vida […]
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