Still do filme 'The Furious'

The Furious – Taken em esteroides?

Estive a remoer na melhor maneira de descrever The Furious. Um excelente filme de sexta-feira à noite pejado de ação com laivos absurdo-cómicos e uma ambiência a puxar ao horror sobrenatural típico dos noventas… Não? Ok, imagine-se um Taken em esteroides com um protagonista mudo, danado para a porrada e uma filha criança que dá […]

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Still do filme 'Bodyhackers'

Bodyhackers – Botox e Cola Zero

Há uma diferença entre desejar a identidade criativa de alguém e replicá-la. Entre deixar-se contaminar por uma influência e permitir que ela fale por nós… Bodyhackers, de Carlos Conceição, parece não conseguir escapar a essa segunda condição. Pesa-me criticar Cinema Português – existe sempre uma vontade de proteger, celebrar e enaltecer o que é nosso, […]

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Crítica: The End / Três estrelas por Manuel Seatra

The End – Um Musical Pós-Apocalíptico Sem Apocalipse

Uma família num bunker recebe, reticente, uma “invasora”. O cenário lá fora é crítico, parece até ser inabitável à conta do arrasto do aquecimento global e de um sobre uso energético do planeta… Canta-se, pratica-se um colecionismo obsoleto, canta-se, praticam-se medidas de emergência, canta-se, cozinha-se… O elenco cumpre uma elasticidade necessária entre o avançar da […]

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Poster da minissérie 'Contra a Lei'

I Fought The Law – E, com muita persistência, lá venci!

O formato “mini-série” entusiasma-me, gosto sobretudo que haja um encadeamento condensado; a encapsular um ou vários eventos, num universo rico, mas focado. Não se espremem relações até à última, não há uma decadência desnecessária nem se estabelecem pontes forçadas para dar vida a um enredo em fase terminal. O desafio-mor é agarrar o espetador numa […]

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Crítica: I Live Here Now / Três estrelas e meia por Manuel Seatra

I Live Here Now – Coroar para Vencer

Num universo meta há comentários internos aos controlos de peso hollywoodescos, às pressões sociais e aos medos que assombram o concílio do bem-estar com a carreira; os papéis vazios para “boas” atrizes (seja lá o que isso for) e o cordão umbilical que fica em relações pouco esclarecidas de homens crescidos com as suas mães… […]

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